Pelo direito de ser livre, ver trezentos filmes do Woody Allen por ano, usar roupas de hippie e ser considerada louca, tocar violão na beira da praia, aprender a tocar gaita só pra tirar onda como Bob Dylan versão feminina, morar num apê cheio de gatos e amor e escrever livros de bolso românticos para vender nas bancas de jornal. Amém.
P.S: Agora esse blog virou um bar.

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